O descrédito generalizado pelas aparições tem suas origens, segundo René Laurentin, em primeiro lugar, na onda de desmitização começada pelo protestante alemão Rodolfo Bultmann, o qual, a partir de 1921, começou a publicar suas obras exegéticas procurando "desmitizar" os Evangelhos de tudo o que é maravilhoso, sobrenatural.
Assim, por exemplo, ele nega que tenha sido um Anjo que apareceu a maria na Anunciação. Para o teólogo protestante teria sido apenas um pensamento que Deus infundiu em Maria. Nega também a ressurreição do corpo de Cristo, enfim, nega tudo o que é milagroso nos Evangelhos. Esta onda contaminou também exegetas, tanto leigos como Padres. Daqui, segundo Laurentin, começa certa tendência, também no clero da Igreja Católica a desacreditar todas as aparições.
Outra grande influenciadora no descrédito às aparições de Nossa Senhora foi a filosofia Idealista que, depois de kant e Hegel, dominou a nossa época, diz Laurentin, mais profundamente e mais radicalmente que a teologia protestante de Bultmann, o idealismo kantiano e hegeliano reduziram quase totalmente ao subjetivismo não só as aparições ou comunicações com o outro mundo, mas também todos os milagres e a própria ressurreição de Cristo. Esta filosofia fez prevalecer em todas as coisas o subjetivismo, de modo especial em matéria de aparições.
Outro fator que contribuiu para o descrédito generalizado às aparições foi a psicologia de Freud que impeliu o próprio clero da Igreja a interpretar do modo mais sistemático possível as aparições como produto da subjetividade, ou seja, o fato duma vidente, inclusive Santa Bernadette, ver a Virgem Maria, enquanto que quem a circunda não A vê, por mim deve ser definido, clinicamente e cientificamente, uma alucinação, dizia Oraison.
Assim, conclui Laurentin, tornou-se virtude o cultivo da dúvida e da suspeita em matéria de aparições, como se fossem o nec plus ultra (o máximo grau) do rigor científico. E assim se destruiu a própria fé ! As aparições frequentemente produzem a verdade no povo fiel que volta à Deus, à oração, à fé.
Todos os fatores que mencionamos até aqui depreciaram as aparições e levaram à sua repressão. Muitas comissões de peritos formadas por psicólogos, teólogos e outros, frequentemente julgam estes fenômenos raros somente pelo aspecto externo, de acordo com o esquema das suas ideologias críticas, sem a necessária capacidade de compreender os fatos religiosos.
Por causa disso, a capacidade profética e de discernimento da Igreja ficaram abafados. Os guias espirituais, peritos qualificados neste campo difícil, retrocederam perante psicólogos e psicanalistas pensando que eles estariam em condições de estudar estes fenômenos de um modo mais moderno e mais científico. Deixou-se, assim, o campo livre às suas técnicas, nas mais das vezes estranhas a tudo o que é espiritual e à atuação de Deus. Com isto, a direção espiritual e o discernimento objetivo perderam terreno dentro da Igreja em prejuízo das aparições.
O descrédito nas aparições atingiu seu grau máximo nos anos de 1950 a 1980.
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